<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-21392759</id><updated>2009-09-01T22:05:54.053Z</updated><title type='text'>Vulcões Verdes</title><subtitle type='html'>Um olhar sobre o mundo natural dos Açores e do meu pequeno jardim</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Troilite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17122228952455969498</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>14</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21392759.post-114354353521280237</id><published>2006-03-28T10:53:00.000Z</published><updated>2006-03-28T10:58:55.246Z</updated><title type='text'>Areia no meu jardim</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Não tenho tido muito tempo para escrever no blog, como jás devem ter percebido! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Ontem uma colega mandou-me um texto que gostaria de partilhar convosco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/areia.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“OS GUARDAS DO MUSEU DE BAGDAD”&lt;br /&gt;de JOSÉ PEIXOTO &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Samir - Tens a certeza que o teu jardim não está hoje coberto de areia? Sabes, quando chegou a minha vez de ir conhecer o mundo, eu também fui. E espantei-me. E voltei cheio de ideias. Também quis semear muita coisa. Mas o vento foi trazendo areia. Todos os dias. E todos os dias eu tirava a areia com as minhas próprias mãos e muitas vezes sozinho. E o vento voltava a soprar e a trazer areia. O vento era constante e mais forte do que eu. Então pensei que talvez fosse mais inteligente não ter um jardim e ter outra coisa que não me obrigasse a lutar contra o vento e contra a areia, durante a vida inteira. Não é difícil ter ideias, difícil é concretizá-las. Não te esqueças que o vento e a areia vão ser uma constante das nossas vidas e que mais vale alguma coisa que nasça na areia e resista ao vento, mesmo que não seja o melhor jardim do mundo. Aceita isto como um bom conselho."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.teatrodosaloes.pt/emcena.htm&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21392759-114354353521280237?l=vulcoesverdes.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/feeds/114354353521280237/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=21392759&amp;postID=114354353521280237&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/114354353521280237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/114354353521280237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/2006/03/areia-no-meu-jardim.html' title='Areia no meu jardim'/><author><name>Troilite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17122228952455969498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='09989896048216126077'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21392759.post-114169326077764077</id><published>2006-03-06T23:57:00.000-01:00</published><updated>2006-03-08T00:25:43.753-01:00</updated><title type='text'>Jarros uma lembrança de criança</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os belos Jarros (&lt;em&gt;Zantedeschia aethiopica Spreng&lt;/em&gt;), pertencentes à família Araceae começam a aparecer aqui e ali, salpicando as beiras das estradas da ilha de S. Miguel lembrando-me lugares e pessoas que marcaram a minha infância.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/jarro.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#ffcc00;"&gt;Jarro&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Sempre as conheci assim... simples e singelas! Durante toda a minha vida perseguiram-me, em casa dos meus pais, na casa e no quintal de meus avós... onde continuam e continuarão a estar! As pessoas... algumas, tão queridas&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;... partiram... Mas estas flores, pedaços da minha infância, que a cada ano reaparecem, estarão por todo o lado... do meu lado lembrando-me, para sempre, coisas maravilhosas que só a mim me podem transmitir! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Jarro constitui uma planta ornamental muito apreciada pelas belas inflorescências erectas, vistosas, formadas na Primavera/Verão, em forma de espádice, amarela, acompanhada de uma espata branca irregularmente campanulada. Folhas grandes, cordiformes-sagitadas. Herbácea robusta, de lugares muito húmidos, perene, originária da África, de 0,6-1,0 m de altura, com rizoma vigoroso, muito florífera e de folhagem ornamental brilhante. Constitui uma óptima para flor de corte, podendo ser cultivada a pleno sol ou a meia-sombra. É tolerante a baixas temperaturas e não se adaptando bem a climas quentes. Multiplica-se pelas mudas formadas junto ao rizoma da planta-mãe, separadas após o florescimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A beleza desta planta esconde alguns perigos. Todas as partes desta planta são tóxicas pois contém ráfides de oxalato de cálcio e saponinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ingestão da planta ou contacto com a mesma provoca irritação de mucosas, edema de lábios, língua e palato com dor e ardor, sialorréia, disfagia, cólicas abdominais, náuseas, vómitos, diarreia, salivação abundante, dificuldade de engolir e asfixia; o contacto com os olhos pode provocar irritação, lesão da córnea, edema, fotofobia, lacrimejamento, irritação com congestão.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21392759-114169326077764077?l=vulcoesverdes.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/feeds/114169326077764077/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=21392759&amp;postID=114169326077764077&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/114169326077764077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/114169326077764077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/2006/03/jarros-uma-lembrana-de-criana.html' title='Jarros uma lembrança de criança'/><author><name>Troilite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17122228952455969498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='09989896048216126077'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21392759.post-113978746477369530</id><published>2006-02-14T23:24:00.000-01:00</published><updated>2006-02-14T23:39:32.553-01:00</updated><title type='text'>Mais perto do Éden</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Fico até emocionado quando penso que para além de tudo o que conhecemos em matéria de seres macroscópicos (sim, porque em termos microscópicos, o nosso conhecimento é ainda mais diminuto), existe ainda um imenso mundo que desconhecemos no nosso pequenito planeta Terra. De vez em quando aparece alguém que abre uma nova porta e… deslumbra-nos com a imensa beleza do nosso planeta e com tudo aquilo que nele desconhecemos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expedição de um mês, realizada em Dezembro, contou com 25 cientistas dos Estados Unidos (onde a ONG esta sediada), da Indonésia e da Austrália. Estes cientistas fizeram um levantamento rápido da biodiversidade das montanhas Foja, uma área de floresta tropical primária com 1 milhão de hectares na ilha da Nova Guiné, na província indonésia de Irian Jaya, onde se localiza uma das florestas virgens asiáticas mais isoladas e inacessíveis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/foja_ci.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#ffcc00;"&gt;Paisagem das montanhas de Foja&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A área só pôde ser alcançada por helicóptero. Tem cerca de 300 mil hectares e chega a 2.200 metros acima do nível do mar. Segundo os cientistas, habitantes da região não a colonizaram, preferindo viver ao nível do mar. Outros 750 mil hectares ainda estão por ser inteiramente explorados. Uma expedição havia sido feita há 25 anos atrás, mas não tão completa quanto a do ano passado. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/_41305138_camp_stephenrichards.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#ffcc00;"&gt;Aspecto do acampamento&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Na brumosa floresta daquela região do planeta existe uma verdadeira colecção de novos mamíferos, borboletas, anfíbios, aves e plantas que já podem agora juntar-se ao catálogo das espécies conhecidas. É a descoberta surpreendente de uma espécie de mundo perdido, que evoca, pela dimensão da novidade, os achados dos exploradores europeus do final do século XIX, e princípio do século XX, no continente africano. E que lembra também o mito dos mundos perdidos que o dinâmico mundo do cinema tem regularmente utilizado como filão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;É o mais próximo do Jardim do Éden que alguma vez encontraremos sobre a Terra&lt;/em&gt;…” - disse entusiasmado à imprensa internacional Bruce Beehler, vice-presidente do Centro para Conservação da Biodiversidade da Melanésia, que pertence à ONG, e um dos líderes desta expedição científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Promovida por aquela organização internacional e pelo Instituto Indonésio para a Ciência, e financiada por várias entidades científicas, incluindo a National Geographic Society, a expedição parece ter sido bafejada pela sorte - ou pelos deuses. Em apenas um mês, a equipa, que incluiu investigadores indonésios, australianos e dos Estados Unidos, descobriu 20 espécies novas de anfíbio (incluindo uma rãzinha de menos de 14 milímetros de comprimento), quatro novas borboletas e dezenas de plantas nunca vistas (incluindo cinco árvores com folha de palma e rododendros cujas flores batem recordes mundiais em tamanho). E não é tudo, há ainda as aves e mamíferos que haviam sido caçados até quase extinção em outras partes do planeta e que ali se encontram em abundância. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/_41305186_rhododendron_waynetakeuchi.6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#ffcc00;"&gt;Rododendro waynetakeuch&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/_41305142_frog_ap.1.jpg" border="0" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#ffcc00;"&gt;Pequena rãzinha&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;"&lt;em&gt;A primeira ave que vimos no nosso acampamento era de uma nova espécie e logo no dia a seguir vimos uma outra, uma ave do paraíso, de uma espécie descrita pela primeira vez no final do século XIX, mas que nunca mais tinha sido avistada&lt;/em&gt;", contou Beehler à BBC News online. Descrita a partir de espécimes capturados por caçadores indígenas numa zona nunca especificada da Nova Guiné, esta ave estava de certa maneira envolta num mistério. Sucessivas expedições para encontrá-la nunca obtiveram qualquer êxito e, na verdade, desconhecia-se de onde era exactamente originário. Esta ave corresponde à espécie &lt;em&gt;Parotia berlepschi&lt;/em&gt;, a qual havia sido descrita por caçadores no séc. XIX e julgava-se extinta. "&lt;em&gt;Redescobrir esta ave que estava perdida foi para mim uma coisa extraordinária&lt;/em&gt;", confessou Beehler à BBC News online.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/_41305162_bruce_beeler_ap.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffcc00;"&gt; Bruce Beehler com a ave do paraíso&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/berlepsch_ci.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#ffcc00;"&gt;Ave do paraíso&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ao segundo dia desta expedição, a equipa observou com surpresa um macho daquela espécie fazer uma dança de acasalamento para a fêmea que andava por perto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;em&gt;É um paraíso de biodiversidade&lt;/em&gt;", resumiu o investigador. Alguns dos animais encontrados não manifestaram medo ao contactarem pela primeira vez com seres humanos. O caso, por exemplo, de dois equidnas de bico longo (mamíferos que põem ovos), que se deixaram levar facilmente para o acampamento dos cientistas, para serem estudados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/_41305140_echidna_ap.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#ffcc00;"&gt;Equidna de bico longo&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Outra das aves descobertas é um honeyeater (papa mel), pelo facto de se alimentar de mel, tem marcas amarelas na cabeça, junto aos olhos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/_41305144_smokey_honeyeater_ap.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#ffcc00;"&gt;Honeyeater (papa mel)&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se se confirmar que é uma nova espécie, será a descoberta de um novo pássaro em 60 anos naquela ilha, já que a última tinha sido ali identificada em 1939. Assim sendo, Beehler pretende baptizá-la com o nome da mulher, como explicou ao &lt;em&gt;New York Times&lt;/em&gt;.Uma das descobertas mais notáveis foi a presença do canguru-arbóreo-do-manto-dourado, um animal até então desconhecido na Indonésia e que se julgava ter sido caçado até quase a extinção. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/_41305146_tree_kangaroo_ap.0.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#ffcc00;"&gt;Canguru-arbóreo-do-manto-dourado&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os seus achados, no entanto, ainda precisam ser publicados num periódico científico e passar pelo crivo de outros zoólogos antes de serem efectivamente considerados novas espécies. Esse processo pode levar de seis meses a anos. Os cientistas acreditam que descobertas semelhantes possam vir a acontecer na África e na América do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não parece haver nenhuma ameaça imediata à área, que tem status de santuário da vida selvagem, afirmou ele. "&lt;em&gt;O governo não libera permissões de exploração madeireira na área, não há sistema de transportes nem uma única estrada&lt;/em&gt;", disse Beehler. Mas, claramente, com o tempo tudo isso pode ficar ameaçado. Nas próximas décadas haverá demandas de todo tipo, principalmente se você pensar nas necessidades de madeira de países próximos, como a China e o Japão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;em&gt;O que foi surpreendente foi a falta de alerta de todos os animais&lt;/em&gt;." disse Beehler. Na natureza selvagem, todas as espécies tendem a ser tímidas diante de humanos, mas isso é um comportamento aprendido porque encontraram humanos. "&lt;em&gt;Em Foja, elas não parecerem se importar com nossa presença.&lt;/em&gt;" disse o cientista. Este é um lugar sem estradas ou trilhas e nunca, até onde sabemos, foi visitado pelo homem. Isto prova que ainda existem lugares a serem descobertos, onde o homem não tocou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para além de tudo o que conhecemos existe ainda um imenso mundo que desconhecemos. Talvez o paraíso esteja bem perto de nós... tão perto, que a cada dia todos nós (uns mais do que outros!!) o destruímos mais um pouco!&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#ffcc00;"&gt;&lt;strong&gt;NOTA:&lt;/strong&gt; Todas as fotos aqui apresentadas estão disponibilizadas em: &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffcc00;"&gt;http://news.bbc.co.uk/cbbcnews/hi/pictures/default.stm&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21392759-113978746477369530?l=vulcoesverdes.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/feeds/113978746477369530/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=21392759&amp;postID=113978746477369530&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/113978746477369530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/113978746477369530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/2006/02/mais-perto-do-den.html' title='Mais perto do Éden'/><author><name>Troilite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17122228952455969498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='09989896048216126077'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21392759.post-113984785680065609</id><published>2006-02-13T12:10:00.000-01:00</published><updated>2006-02-13T15:45:33.116-01:00</updated><title type='text'>Cartoons !!!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Apeteceu-me, não sei bem porquê, esta manhã, colocar este &lt;em&gt;post&lt;/em&gt;. Numa altura em que se fala tanto e tão pouco de &lt;em&gt;cartoons&lt;/em&gt;; numa altura em que se aproveitam de um &lt;em&gt;cartoon&lt;/em&gt;, do profeta Maomé, para incentivar a destruição, a guerra, a desunião entre os povos e as religiões, a morte e tudo o que de mal se possa imaginar, escolhi alguns &lt;em&gt;cartoons&lt;/em&gt;, inocentes e bem engraçadas sobre jardinagem para que a arte do &lt;em&gt;cartoon&lt;/em&gt; não fique manchada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/1600/1994-11-09.gif"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/1994-11-09.gif" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/1600/2005-03-21.gif"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/2005-03-21.gif" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/1600/2005-03-24.gif"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/2005-03-24.gif" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; &lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/2003-11-30.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/1996-11-10.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Ficou provado, ao longo destes últimos dias que o &lt;em&gt;cartoon&lt;/em&gt; constitui um dos melhores barómetros da consciência democrática. Somos uma espécie em evolução. Muito ignorante e arrogante, por sinal. "&lt;em&gt;Demasiadamente humanos..&lt;/em&gt;.", como disse Nietzsche, não temos a humildade necessária para aprender a respeitar a diferença. Temos milhares de defeitos evolutivos que precisam ser superados. Um deles é a compreensão pela diferença do outro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Quem diria que um jornal egípcio, o Al Fager, publicou todos os famosos &lt;em&gt;cartoons&lt;/em&gt; dinamarqueses em Outubro do ano passado. Sim, Outubro, ou seja, em pleno Ramadão. Não houve protestos, boicotes ao Egipto, ataques a embaixadas etc. O próprio editor do jornal escreveu recentemente sobre a sua surpresa perante a actual onda de protestos, e diz-se convencido de que esta serve apenas para ocultar casos de corrupção e outros problemas reais do Médio Oriente (via &lt;/span&gt;&lt;a href="http://freedomforegyptians.blogspot.com/2006/02/egyptian-newspaper-pictures-that.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Freedom for Egyptians&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;)&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Muito provavelmente, se aquelas almas incendiadas pelo desejo de vingar a "ofensa" ao Profeta, usufruíssem de "paz, pão, educação, saúde, educação" (cito Sérgio Godinho), em vez da violência nas ruas, ao apreciar os &lt;em&gt;cartoons&lt;/em&gt; esboçariam, quiçá, um sorriso desdenhoso ou mais amarelo, face ao que poderiam catalogar de provocação atrevida ou apenas mau-gosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;em&gt;Todos os vício são maus, não importa se são drogas, álcool ou idealismo&lt;/em&gt;." Jung.&lt;br /&gt;"&lt;em&gt;A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro..."&lt;/em&gt; Vinícius de Moraes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21392759-113984785680065609?l=vulcoesverdes.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/feeds/113984785680065609/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=21392759&amp;postID=113984785680065609&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/113984785680065609'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/113984785680065609'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/2006/02/cartoons.html' title='Cartoons !!!'/><author><name>Troilite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17122228952455969498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='09989896048216126077'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21392759.post-113961386089591700</id><published>2006-02-10T22:07:00.000-01:00</published><updated>2006-02-10T22:27:07.343-01:00</updated><title type='text'>A Gruta do Carvão, o maior túnel lávico de S. Miguel</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Depois de oito anos à espera, a Gruta do Carvão vai abrir ao público. Para a Associação Amigos dos Açores o processo poderia ter sido mais célere, não fosse a falta de vontade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/AC.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#ffcc00;"&gt;Aspecto do túnel lávico que constitui a Gruta do Carvão&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Decorria o ano de 1995 quando, num encontro de museus, realizado em Ponta Delgada, a Associação Amigos dos Açores apresentou um projecto que visava a abertura de dois troços da Gruta do Carvão (Carvão e Paim) ao público em geral. Assente no pressuposto de que tal constituiria uma mais-valia para a cidade de Ponta Delgada e para a própria ilha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Desde então, muita tinta correu, os anos foram passando e o processo foi andando a passo de caracol. A reportagem do EXPRESSO DAS NOVE falou com um dos membros dos Amigos dos Açores, o qual adiantou que "&lt;em&gt;o facto de ter levado tanto tempo para que a gruta tenha sido classificada como monumento natural regional, penso, ficou a dever-se a uma questão de vontade. A actual secretária Regional do Ambiente e do Mar, Ana Paula Marques, demonstrou uma enorme vontade em avançar com este processo e fez, em seis meses, o que não tinha sido feito em oito anos&lt;/em&gt;."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;A Gruta do Carvão é uma valia que se divide em três componentes: científica, didáctica e turística. A Associação Amigos dos Açores quer, e tudo têm feito para que a Gruta do Carvão possa ser aproveitada nestas três componentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das mais-valias desta gruta, mas que ao mesmo tempo se traduz num &lt;em&gt;handicap&lt;/em&gt;, é o facto de estar localizada dentro da cidade. A verdade é que se, por um lado, isto é positivo, porque está muito próxima de tudo; por outro, faz &lt;span style="font-family:arial;"&gt;com que esteja sujeita a uma grande pressão urbanística.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto integral (de Pedro Ferreira) do &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.expressodasnove.com/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Expresso das Nove&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.expressodasnove.com/noticia.php?id=613"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;AQUI&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Texto em PDF dos &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.virtualazores.com/amigosdosacores/index.html"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Amigos dos Açores&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; sobre a Gruta: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.virtualazores.com/amigosdosacores/pdf/Espeleologia.pdf"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;AQUI&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21392759-113961386089591700?l=vulcoesverdes.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/feeds/113961386089591700/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=21392759&amp;postID=113961386089591700&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/113961386089591700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/113961386089591700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/2006/02/gruta-do-carvo-o-maior-tnel-lvico-de-s.html' title='A Gruta do Carvão, o maior túnel lávico de S. Miguel'/><author><name>Troilite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17122228952455969498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='09989896048216126077'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21392759.post-113931355623861245</id><published>2006-02-07T10:44:00.000-01:00</published><updated>2006-02-07T11:06:36.256-01:00</updated><title type='text'>Água! Devido a ela existimos e sem ela desapareceríamos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Surgida no decurso da diferenciação da Terra, na fase inicial da sua história, a água começou por preencher as áreas mais deprimidas do planeta, originando bacias isoladas, que foram crescendo, quer em extensão quer em profundidade, acabando por coalescer, formando assim os primeiros oceanos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/ocean2.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#ffcc00;"&gt;O imenso Oceano Atlantico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Foi nestas águas, de início muito quentes, contendo substâncias capturadas da atmosfera de então e ricas em sais dissolvidos das rochas já existentes, que surgiram certos agregados de moléculas que se foram tornando complexas a ponto de exercerem actividades cada vez mais próximas daquelas que atribuímos aos seres mais rudimentares. Foi neste meio e no decurso de milhões e milhões de anos que se foram desvanecendo as diferenças que separam os seres vivos do mundo orgânico abiótico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A água é um componente abundante na Terra, planeta onde se encontra nos seus três estados físicos, e comum no espaço exterior. Há água sob a forma de gelo em alguns corpos planetários do Sistema Solar, na maioria dos cometas e, ainda, no espaço interstelar, onde moléculas de H2O têm sido identificadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que se refere ao nosso planeta a água é ainda conhecida ao nível da litosfera em todos os ambientes geológicos. Com efeito, a água entra na composição do magma, determinando-lhe o quimismo e as condições de arrefecimento e de consolidação das rochas dele derivadas. A água preside à maioria dos processos metamórficos, regulando as condições termodinâmicas das transformações e servindo de veículo nas migrações das substâncias minerais de uns locais para outros. Finalmente, no ambiente sedimentar a água tem um papel preponderante, não só na fase de alteração das rochas (dissolvendo, hidratando e hidrolisando) como nas de erosão, transporte e sedimentação. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/Salto%20do%20Prego.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;color:#ffcc00;"&gt;Salto do Prego no Faial da Terra, Ilha de S. Miguel&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;A água é também um componente essencial na constituição dos seres vivos, onde assegura a maior parte das funções inerentes ao seu metabolismo e, daí, também a sua imprescindibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo o dramatismo de expressões como desertificação, seca, desidratação, sede, pressupõem a carência deste enorme bem, tantas vezes mal avaliado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez as guerras que hoje se vivem no mundo, desencadeadas por motivos religiosos extremistas, políticos e económicos, muitas vezes impulsionadas pela ganância pela posse de combustíveis fósseis, um dia sejam desencadeadas pela escassez de água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A água é um bem essencial à vida, devido a ela existimos e sem ela desapareceríamos!!!!&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21392759-113931355623861245?l=vulcoesverdes.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/feeds/113931355623861245/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=21392759&amp;postID=113931355623861245&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/113931355623861245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/113931355623861245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/2006/02/gua-devido-ela-existimos-e-sem-ela.html' title='Água! Devido a ela existimos e sem ela desapareceríamos'/><author><name>Troilite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17122228952455969498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='09989896048216126077'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21392759.post-113919038488917787</id><published>2006-02-06T00:32:00.000-01:00</published><updated>2006-02-06T13:49:09.186-01:00</updated><title type='text'>Adeus a uma estrela</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Soube hoje que faleceu alguém que marcou a minha vida de estudante, alguém que me incentivou a seguir a carreira de investigador, a mim e a muitos outros. Alguém que amou as estrelas, os cometas e tudo aquilo que se relacionasse com o Cosmos. Alguém que sempre sonhou, sem medo de sonhar, sem medo de mostrar que sonhava e sem medo de seguir os seus sonhos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/200518n.0.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#ffcc00;"&gt;Ecos da morte de uma estrela&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(retirada de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ca2000pt.com/noticias/200518/200518.htm" target="_top"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;www.ca2000pt.com/ noticias/200518/200518.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;)&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Existem pessoas Estrelas e pessoas Cometas.&lt;br /&gt;Os Cometas passam.&lt;br /&gt;Apenas são lembrados pelas datas que em que passam e retornam.&lt;br /&gt;As Estrelas permanecem, assim como o Sol.&lt;br /&gt;Passam anos, milhões de anos, e as Estrelas permanecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muita gente Cometa.&lt;br /&gt;Gente que passa pela nossa vida apenas por instantes.&lt;br /&gt;Gente que não prende ninguém e a ninguém se prende.&lt;br /&gt;Gente sem amigos, gente que passa pela vida sem iluminar, sem aquecer, sem marcar presença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Importante é ser Estrela.&lt;br /&gt;Estar junto.&lt;br /&gt;Ser luz, calor,ser vida.&lt;br /&gt;Amigo é Estrela.&lt;br /&gt;Podem passar anos, podem surgir distâncias, mas a marca fica no coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser Estrela nesse mundo passageiro, nesse mundo cheio de pessoas Cometas, é um desafio. Mas acima de tudo, uma recompensa. Recompensa de ter sido luz para muitos amigos, calor para muitos corações e acima de tudo, saber que nascemos e vivemos, e não somente existimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para si Professor José Fernando Monteiro, pela luz, pelo seu brilho, pelo seu calor, pelo incentivo e pela dedicação... espero sinceramente que um dia nos voltemos a encontrar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje soube que morreu uma estrela!!! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21392759-113919038488917787?l=vulcoesverdes.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/feeds/113919038488917787/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=21392759&amp;postID=113919038488917787&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/113919038488917787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/113919038488917787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/2006/02/adeus-uma-estrela.html' title='Adeus a uma estrela'/><author><name>Troilite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17122228952455969498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='09989896048216126077'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21392759.post-113918055969289566</id><published>2006-02-05T22:01:00.000-01:00</published><updated>2006-02-06T01:10:37.333-01:00</updated><title type='text'>Mais um livro mais um passo no longo caminho do conhecimento</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Ao passear o meu olhar pelas prateleiras cheias de livros, deparei-me com um pequeno livro (em tamanho), intitulado de Planeamento de Jardins, correspondente a uma tradução, do Eng.º Agrónomo Mário F. Bento Ripado, do livro The Royal Society´s Enscyclopedia of Pratical Gardening: Garden Planning, de 1992, do autor Robin Williams. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/IMG_2461.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Este é mais um volume da «Enciclopédia de Práticas Agrícolas», publicada sob a orientação da Sociedade Real de Hortofruticultura da Grã-Bretanha. Uma enciclopédia prática e acessível de diversas técnicas agrícolas no campo da hortofruticultura e da arquitectura paisagista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o titulo indica é uma obra, dedicada ao planeamento de áreas ajardinadas e ilustrada com mais de 300 diagramas e desenhos. Contém a informação necessária para a criação de jardins de uma forma harmoniosa e correctamente integrada no ambiente, onde as necessidades e os gostos dos utentes são satisfeitos, sendo indispensável não só ao amador (eu!!) de jardinagem mas também aos estudantes e licenciados em Arquitectura Paisagista e demais profissionais nesta área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre muitos assuntos aborda: Levantamento do local, traçado do projecto, proporção e perspectiva, pontos focais e barreiras visuais, estilos de jardins, pavimentação, muros de tijolo e de pedra, vedações e portões, treliças, arcos e pérgulas, lagos e outras estruturas aquáticas, áreas de lazer e jogos, iluminação e segurança e manutenção do jardim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou certo que no meio de tanta informação vou achar inspiração para remodelar o meu jardim!! Se tiverem algumas ideias digam!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffcc00;"&gt;Referência:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Williams, R. (1998). Planeamento de Jardins. Enciclopédia de práticas Agrícolas. Sociedade Real de Hortofruticultura da Grã-Bertanha. Colecção EUROAGRO, Publicações Europa-América. 215 p. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21392759-113918055969289566?l=vulcoesverdes.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/feeds/113918055969289566/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=21392759&amp;postID=113918055969289566&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/113918055969289566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/113918055969289566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/2006/02/mais-um-livro-mais-um-passo-no-longo_05.html' title='Mais um livro mais um passo no longo caminho do conhecimento'/><author><name>Troilite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17122228952455969498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='09989896048216126077'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21392759.post-113875349129676768</id><published>2006-01-31T23:13:00.000-01:00</published><updated>2006-01-31T23:40:49.866-01:00</updated><title type='text'>Estrelícias pássaros com raízes</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Mais uma flor do nosso jardim, popularmente é conhecida como "ave-do-paraíso", apesar de receber também outros nomes, dependendo da região, mas seu nome botânico é &lt;em&gt;Strelitzia reginae&lt;/em&gt;. Segundo se sabe, o nome foi escolhido em homenagem à rainha Charlotte Sophia, duquesa de Mecklenburg Strelitz e esposa do rei George III, da Inglaterra. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/esterlicia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#ffcc00;"&gt;Esterlícia - &lt;em&gt;Strelitzia reginae&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nos jardins, as estrelícias faz muito sucesso, formando vistosos maciços sobre os relvados, mas é na composição de arranjos e decorações florais que ela mostra a sua maior glória: as suas flores, belas e exóticas, apresentam uma durabilidade, um colorido e uma versatilidade impar no mundo vegetal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parente próxima da helicônia e da bananeira, a estrelícia apresenta uma folhagem exuberante, de coloração verde-escuro, que contrasta com as nervuras centrais das folhas, de tom avermelhado. Já as flores, um verdadeiro trabalho artístico da natureza, são protegidas por uma bráctea, em forma de barca, com colorações que variam do vermelho ao azul-violeta. As seis pétalas das flores formam dois grupos de três: as externas são ligeiramente lanceoladas e de cor alaranjada e, as três mais internas possuem o formato de uma flecha e apresentam tons de azul-metálico. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/strelitzia1.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#ffcc00;"&gt;Pormenor Esterlícia - &lt;em&gt;Strelitzia reginae&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O resultado é um efeito exótico, elegante e extremamente belo, que tem o seu objectivo: a natureza cria estas composições de formas e cores, num esforço para atrair agentes polinizadores, em busca do néctar da estrelícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O género &lt;em&gt;Strelitzia&lt;/em&gt; pertence à família das Musáceas e compreende inúmeras espécies, todas originárias da África do Sul e introduzidas na Europa em 1770, de onde se disseminaram por todo o mundo. A espécie mais cultivada é a &lt;em&gt;Strelitzia reginae&lt;/em&gt;, popularmente conhecida como estrelícia, rainha-do-paraíso, bico-de-tucano, flor-do-paraíso, flor-da-rainha, ave-do-paraíso ou bananeirinha-do-jardim. Existem também outras espécies, como a &lt;em&gt;Strelitzia alba&lt;/em&gt;, de flores brancas e a &lt;em&gt;Strelitzia caudata&lt;/em&gt;, de coloração azulada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um modo geral, as estrelícias são de fácil cultivo e requerem poucos cuidados, sendo de grande utilidade para a composição de arranjos florais e decoração de ambientes, pois dificilmente são atacadas por problemas que possam danificar suas pétalas e folhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;em&gt;Strelitzia reginae&lt;/em&gt; é uma planta herbácea perene que produz flores quase o ano inteiro, desde que cultivada sob sol luz solar plena. A sua propagação dá-se por meio de sementes ou divisão de touceiras. Cultive-a em solo argiloso: 2 partes de terra comum de jardim, 2 partes de terra vegetal e 1 parte de areia. A planta gosta de água mas não de solo encharcado. Em geral, pode-se regar duas vezes por semana. Em época seca, deve observar a superfície e regar sempre que esta se apresentar seca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;… talvez um dia, as raízes não as impeçam de voar!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21392759-113875349129676768?l=vulcoesverdes.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/feeds/113875349129676768/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=21392759&amp;postID=113875349129676768&amp;isPopup=true' title='18 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/113875349129676768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/113875349129676768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/2006/01/estrelcias-pssaros-com-razes.html' title='Estrelícias pássaros com raízes'/><author><name>Troilite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17122228952455969498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='09989896048216126077'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>18</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21392759.post-113867182654886193</id><published>2006-01-31T00:28:00.000-01:00</published><updated>2006-01-31T23:29:57.356-01:00</updated><title type='text'>Azáleas envergonhadas</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Começaram a florir de um modo envergonhado as Azáleas no&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; nosso jardim, salpicando aqui e ali as bermas das estradas e os verdes campos de S. Miguel. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/azalia.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#ffcc00;"&gt;&lt;strong&gt;Família:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#ffcc00;"&gt;&lt;em&gt;Ericáceas&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Origem:&lt;/strong&gt; China e Japão&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Porte:&lt;/strong&gt; Atinge até 2 m. de altura&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Floração:&lt;/strong&gt; Inverno e início da primavera&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Propagação:&lt;/strong&gt; estacas de galho&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Luminosidade:&lt;/strong&gt; sol pleno/meia-sombra&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Regas:&lt;/strong&gt; Regulares, sempre que o solo estiver seco&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;A Azálea, um arbusto da família das Ericáceas, tornou-se muito popular e hoje pode ser encontrada formando cercas-vivas, compondo maciços em jardins, alegrando corredores e entradas mesmo plantada em vaso. Um dos segredos do seu sucesso é que a floração ocorre justamente nos meses de Inverno e traz um pouco de colorido num período em que a maioria das plantas encontra-se em repouso. Outro segredo é que a Azáleas é uma planta relativamente rústica e resistente: suporta com bravura certas condições bem adversas e, por isso, é muito usada em jardins sem grande manutenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Solo:&lt;/strong&gt; Por ser um arbusto rústico, a Azáleas adapta-se bem a qualquer tipo de solo, porém, para produza uma floração exuberante, o ideal é cultivá-la usando a seguinte mistura de solo:&lt;br /&gt;2 partes de terra comum de jardim&lt;br /&gt;1 parte de areia&lt;br /&gt;1 parte de composto orgânico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Luminosidade e regas:&lt;/strong&gt; As Azáleas não florescem dentro de casa e precisam de luz solar plena para crescerem bem. Para mantê-las em áreas ambientes de interior, deixe as plantas fora de casa até que as flores se abram, aí então podem ser levadas para dentro, mas é preciso que fiquem em um local bem claro, próximo à janela. O cultivo pode ser feito à meia-sombra desde que a planta receba luz solar directa pelo menos 4 horas por dia. Evite o excesso de água nas regas: o ideal é fornecer água à planta apenas quando o solo apresentar-se seco, sem encharcar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Podas:&lt;/strong&gt; Depois da floração, a poda é uma boa medida para estimular o surgimento de novos brotos e garantir uma próxima floração bem exuberante. Aproveite para fazer uma boa limpeza na planta, retirando as flores murchas e as folhas amarelas. Assim que terminar a floração das Azáleas, retire os galhos em excesso e corte as pontas dos outros galhos, até chegar ao formato e tamanho que você quiser. Para aumentar a próxima floração, elimine as pontas de todos os galhos que floresceram este ano.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21392759-113867182654886193?l=vulcoesverdes.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/feeds/113867182654886193/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=21392759&amp;postID=113867182654886193&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/113867182654886193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/113867182654886193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/2006/01/azleas-envergonhadas.html' title='Azáleas envergonhadas'/><author><name>Troilite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17122228952455969498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='09989896048216126077'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21392759.post-113836572831319249</id><published>2006-01-27T11:06:00.000-01:00</published><updated>2006-01-31T23:29:28.626-01:00</updated><title type='text'>Açores e a paixão pela geologia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Uma fotografia pode lembrar-nos o que fomos, onde estivemos, coisas que fizemos, pode auxiliar-nos a memória, levando-nos a viajar até ao nosso arquivo existencial. Descobri que uma pedra também o pode fazer, com a vantagem de que podemos tê-la à vista, sem que ninguém suspeite de nada. Acaba por ser uma relação secreta que tenho com essas pedras. Só têm valor para mim, só eu sei como e quando chegaram a minha casa, de onde e como vieram, são algo suficientemente abstracto, que está ligado a um momento, a algo especial. Olhar para elas é como viajar no tempo, é como voltar a lugares que um dia desejei não deixar ou onde desejo muito voltar. Volto sempre das viagens com mais peso na bagagem. A qualquer sítio que vá, não consigo resistir a retirar uma pequena porção desse espaço. Tento com elas construir o edifício da memória e assim, partindo de pequenos fragmentos, chego à totalidade das coisas. Foi deste modo que cheguei aos Açores e que ao longo da minha vida me fui apaixonando pelo fascinante mundo da geologia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/mfs004.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;color:#ffcc00;"&gt;Exemplar de Volframite das minas da Panasqueira&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;A Geologia definida por um geólogo pode não ser a melhor definição mas... a geologia é o estudo austero do esqueleto da paisagem e de tudo aquilo que a constitui. Ao ver a montanha, o geólogo pensa no mar do qual ela saiu; ao ver o mar, pensa que nele serão depositadas as montanhas do futuro. A profissão do geólogo só pode ser exercida apaixonadamente. O geólogo deve ter sobre as ciências da Terra um conhecimento aprofundado que exige uma longa e afectuosa familiaridade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Será geólogo quem não tiver perscrutado longamente nos mapas os contornos dos continentes? ou as sinuosidades dos rios impostas pelo relevo? as falhas? as fronteiras das placas litosféricas? ou tentado arranjar uma explicação para a forma dos lagos e para o traçado das cadeias de montanhas. O verdadeiro geólogo não só conhece os fósseis e os minerais, como também os ama. Ama-os incompreendido, gerando paulatinamente na sua mente suas imagens até às raias da obsessão e de forma modesta lê-lhes o testemunho escondido, daquilo que eram ali e outrora.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com a mochila às costas e o martelo na mão, caminha, caminha toda a vida, sobre as cristas, e os fundos de vales, com o olhar fixo nas rochas, onde espera que apareça o indício que procura e que lhe poderá trazer mais uma resposta ou quem sabe levantar uma nova pergunta.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O verdadeiro geólogo deve ter pulmões infatigáveis, pernas de alpinista e às vezes ombros de ferro, porque a pedra é pesada e deve ser transportada e estudada no laboratório. Mas o gosto que aplana montanhas e vales e a paixão que o anima, é capaz de sublimar a fadiga e a cada descoberta que faz, parte sempre de novo, infatigável, fazendo de cada caso de estudo uma nova e maravilhosa aventura... É ASSIM QUE ME SINTO E QUE ME IDENTIFICO GEÓLOGO! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21392759-113836572831319249?l=vulcoesverdes.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/feeds/113836572831319249/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=21392759&amp;postID=113836572831319249&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/113836572831319249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/113836572831319249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/2006/01/aores-e-paixo-pela-geologia.html' title='Açores e a paixão pela geologia'/><author><name>Troilite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17122228952455969498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='09989896048216126077'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21392759.post-113829781585647742</id><published>2006-01-26T16:27:00.000-01:00</published><updated>2006-01-31T23:27:46.506-01:00</updated><title type='text'>Portugal em 11º lugar entre 133 países no índice de performance ambiental</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Portugal ocupa o 11º lugar entre 133 países no índice de performance ambiental, obtendo nota positiva para a saúde ambiental e recursos hídricos, mas registando a pior qualidade do ar entre os países da União Europeia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/Sete-Cidades1.1.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#ffcc00;"&gt;Caldeira das Sete Cidades - S. Miguel, Açores&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Os dados constam do índice de Performance Ambiental, que classifica o desempenho de cada país nesta área, elaborado pelas universidades de Yale e Columbia (Estados Unidos), Comissão Europeia e Fórum Económico Mundial, que será apresentado na reunião anual desta instituição, que está a decorrer desde ontem em Davos, Suiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O documento analisa 16 indicadores e seis parâmetros básicos - qualidade do ar, recursos hídricos (quantidade e qualidade da água), saúde ambiental, produção de recursos naturais, biodiversidade e energia sustentável - em 133 países, classificando o comportamento ambiental de cada um numa escala máxima de 100 pontos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No cômputo geral, Portugal posiciona-se no 11º lugar, obtendo 82,9 pontos, subindo para 10º entre os países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e para 8º num grupo de 23 países desenvolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O melhor comportamento chega da Nova Zelândia (com 88 pontos), seguida da Suécia (87,8), sendo o Níger (25,7 pontos) e o Chade (30,5) os pior classificados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O melhor desempenho de Portugal regista-se ao nível da saúde ambiental - onde ocupa o 17º lugar no total -, sendo lançado para a 83º posição quando o parâmetro é a qualidade do ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, Portugal aparece como o último da União Europeia e entre os três últimos no grupo de 23 países - 20 comunitários mais a Suíça, Noruega e Islândia -, com uma classificação (50,1 pontos) bastante inferior a países mais desenvolvidos e também mais poluídos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota máxima é dada ao acesso da totalidade da população à água potável e ao saneamento básico (segundo o estudo), mas a biodiversidade e habitats arrasta o país para o meio da tabela, sendo um dos parâmetros básicos mais fraco em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A classificação mais baixa surge no entanto ao nível da protecção da natureza (11,7 em 100 pontos), seguida do pouco uso de energias renováveis (16,4), pesca excessiva (16,7) e concentrações de ozono (17,2), sendo mesmo o país com os níveis mais elevados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A taxa de mortalidade infantil - situada nos 0,5% de mortes por 1000 crianças dos um aos quatro anos - coloca Portugal no 21º lugar no geral.O pior classificado é a Serra Leoa, com uma mortalidade entre as crianças de 41,6% e a Guiné-Bissau a terceira pior dos 133 países (com uma taxa de 27,9%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os autores do estudo ressalvam que a inclusão deste tipo de indicadores, com grande peso na nota final, faz com que os países ricos apareçam nos primeiros lugares e alertam para a necessidade de se proceder a comparações entre os países do mesmo nível o que, no caso de Portugal, é entre os países europeus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O documento salienta ainda que o planeta está longe da sustentabilidade em questões como a biodiversidade, energia ou alterações climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os países de expressão portuguesa avaliados, o Brasil é o mais bem colocado a seguir a Portugal, situando-se em 34º lugar com 77 pontos, e os restantes encontram-se entre os últimos 15 - Angola está em 128º entre os 133 países (com 39,3 pontos), Moçambique em 121º (com 45,7 pontos), Guiné-Bissau em 120º (com 46,1 pontos).&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21392759-113829781585647742?l=vulcoesverdes.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/feeds/113829781585647742/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=21392759&amp;postID=113829781585647742&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/113829781585647742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/113829781585647742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/2006/01/portugal-em-11-lugar-entre-133-pases.html' title='Portugal em 11º lugar entre 133 países no índice de performance ambiental'/><author><name>Troilite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17122228952455969498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='09989896048216126077'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21392759.post-113823750943075076</id><published>2006-01-25T23:46:00.000-01:00</published><updated>2006-01-31T23:27:05.733-01:00</updated><title type='text'>Plantas invasoras vs plantas indigenes</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Ao chegar a São Miguel é impossível ficar indiferente ao verde que ainda hoje toma conta da paisagem. Contudo, actualmente apenas podemos vislumbrar uma pequena amostra daquilo que Diogo Silves e seus homens terão encontrado quando cá aportaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vegetação autóctone encontra-se hoje em dia extremamente limitada a pequenos redutos que constituem verdadeiras ilhas num mar de flora infestante. Os números não enganam, das cerca de 1000 espécies de plantas existentes por toda a ilha apenas 300 fazem parte da flora natural de São Miguel, das quais 60 são endemismos extremamente raros constituindo verdadeiros ex-libris como é o caso da Vidália (&lt;em&gt;Azorina vidalii&lt;/em&gt;), uma das mais belas espécies da flora açoriana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/1600/Azorina_vidallii_CorvoJul01_2.0.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/Azorina_vidallii_CorvoJul01_2.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#ffcc00;"&gt;&lt;strong&gt;Nome científico:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Azorina vidalii&lt;/em&gt; (H.C.Watson) &lt;em&gt;Feer&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nome comum:&lt;/strong&gt; Vidália&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#ffcc00;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;F&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;amilia:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Campanulaceae&lt;/em&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Género:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Azorina Feer&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#ffcc00;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Observações:&lt;/strong&gt; Género endémico dos Açores. Espécie protegida pela Convenção de Berna e pela Directiva Habitats.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Plantas invasoras versus plantas indigenes, este é sem a menor das dúvidas o maior conflito da Mãe Natureza nos últimos séculos, onde a Laurisilva, designação provem do latim, Laurus (loureiro, lauráceas) e Silva (floresta, bosque), &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;está constantemente a perder terreno numa luta cada vez mais desigual. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Considerada um autêntico fóssil vivo, esta dominava a paisagem durante a era Terciária no Sul da Europa e no Norte de Africa tendo ficado confinada, graças a glaciações, aos diversos arquipélagos Macaronésicos (Açores, Canárias, Cabo Verde e Madeira). A Reserva Florestal Natural do Pico da Vara, situada na região Oriental de São Miguel é um bom exemplo, uma vez que detém uma vasta e importante área florestal, onde podem ser encontradas 80% das espécies endémicas do arquipélago açoriano. Hoje a Laurissilva é considerada Património Mundial da UNESCO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta Reserva alberga ainda quase todas as espécies da avifauna terrestre açoriana, servindo ainda de habitat ao único morcego endémico dos Açores, o Nyctalus azoreum , que tal como o priôlo (&lt;em&gt;Pyrrhula murina&lt;/em&gt;) , ave extremamente ameaçada de extinção, é uma das espécies emblemáticas da fauna açoriana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1515/317/320/15_P_murina.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#ffcc00;"&gt;&lt;strong&gt;Nome científico:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#ffcc00;"&gt;&lt;em&gt;Pyrrhula murina&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Nome comum:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;color:#ffcc00;"&gt;Priôlo&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Género:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#ffcc00;"&gt;&lt;em&gt;Pyrrhula&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Observações:&lt;/strong&gt; Espécie em vias de extinção.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Tanto as áreas onde o Priôlo praticamente não ocorre, bem como aquelas onde ocorre, estão a ser rapidamente invadidas por &lt;em&gt;Clethra arborea&lt;/em&gt;, Incenso e Conteira. A floresta está a sofrer transformações rápidas e a maior parte das plantas exóticas infestantes influenciam negativamente esta espécie.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Para proteger o Priôlo a longo prazo é necessário proteger e gerir a floresta endémica de altitude na parte Leste da ilha de S. Miguel. Por um lado, a expansão de plantas exóticas deverá ser controlada, caso contrário a comunidade de plantas endémicas corre o risco de deterioração em larga escala. Por outro lado, é essencial recuperar e expandir a área de floresta natural através de plantações. É especialmente necessário o aumento das populações de plantas produtoras de botões florais consumidos pelo Priôlo: Azevinho e Ginja.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;O Priôlo e o seu habitat constituem um património natural açoriano de valor mundial e necessitam de medidas de gestão efectivas para a sua preservação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Para mais informações sobre o Priôlo: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.geocities.com/priolo7/priolo.html"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;http://www.geocities.com/priolo7/priolo.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21392759-113823750943075076?l=vulcoesverdes.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/feeds/113823750943075076/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=21392759&amp;postID=113823750943075076&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/113823750943075076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/113823750943075076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/2006/01/plantas-invasoras-vs-plantas-indigenes.html' title='Plantas invasoras vs plantas indigenes'/><author><name>Troilite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17122228952455969498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='09989896048216126077'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-21392759.post-113805328081766996</id><published>2006-01-23T20:22:00.000-01:00</published><updated>2006-01-25T23:33:12.880-01:00</updated><title type='text'>Início</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Depois de pensar muito resolvi criar este blog... espero que não seja mais um blog a poluir a web!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"...A vida açoriana não data espiritualmente da colonização das ilhas; antes se projecta num passado telúrico que os geólogos reduzirão a tempo, se quiserem...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Como homens, estamos soldados historicamente ao povo de onde viemos e enraizados pelo habitat a uns montes de lava que soltam da própria entranha uma substância que nos penetra. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A geografia, para nós, vale tanto como a história, e não é debalde que as nossas recordações escritas inserem dos cinquenta por cento de relatos de sismos e enchentes. Como as sereias temos uma dupla natureza: Somos de carne e de pedra. Os nossos ossos mergulham no mar." &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Vitorino Nemésio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/21392759-113805328081766996?l=vulcoesverdes.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/feeds/113805328081766996/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=21392759&amp;postID=113805328081766996&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/113805328081766996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/21392759/posts/default/113805328081766996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vulcoesverdes.blogspot.com/2006/01/incio.html' title='Início'/><author><name>Troilite</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17122228952455969498</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='09989896048216126077'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry></feed>